Gostaria de convidá-lo(a) considerar a seguinte situação hipotética: Imagine que você fosse a casa de um familiar seu. Ao chegar lá, você percebe que existe um bolo de chocolate e pensemos em duas possibilidades para que essa guloseima viesse à existência.
Primeiramente, vamos considerar a possibilidade de que um carro de supermercado estivesse transportando ovos, farinha, leite, chocolate em pó, margarina, açúcar e leite condensado. De repente, de forma inesperada, o carro se envolve num acidente de trânsito, capota várias vezes e depois pega fogo. Os bombeiros apagam as chamas e aquele familiar que você foi visitar, após presenciar tudo, aproximou-se para socorrer as vítimas e teve uma grande surpresa. Ao olhar par o interior do carro de supermercado, encontra um bolo de chocolate prontinho. Durante a capotagem os ingredientes que estavam no carro se misturaram e com o calor das chamas a massa formada assou e... Pronto! Temos um bolo de chocolate.
Agora consideremos outra hipótese. Antes de sua chegada à casa do familiar que você foi visitar, ele foi ao mercado, comprou todos os ingredientes necessários para a confecção de um bolo de chocolate, preperou a massa dosando cada ingrediente, levou ao forno por um tempo pré-determinado e... Pronto! Temos um bolo de chocolate.
Qual das duas possibilidades parece ser a mais sensata? Estou certo de que você optou pela segunda. Então, por que consideramos plausível a possibilidade de todo o universo com seus milhares de estrelas, galáxias, planetas girando cada um em sua própria órbita, o complexo ecossistema em que vivemos, enfim, tudo o que existe, ter vindo de uma explosão? Será que tudo isso é mais simples do que um bolo de chocolate?
Certamente, é mais sensato pensar em um Ser soberano que se revelou através da história, com inteligência e poder infinitos, e que é o criador e mantenedor de todas as coisas. Ou será que o homem, com todas as demandas de sua alma e conseitos abstratos como ética, moral, estética, amor, honra, em suma, este ser tão surpreendente, resume-se a um fruto do processo evolutivo, que passou por sua fase macaco e ficou inteligente?
Pense nisso!
Texto: Eduardo V. Costa (baseado no argumento do Físico Adauto Lourenço)
Primeiramente, vamos considerar a possibilidade de que um carro de supermercado estivesse transportando ovos, farinha, leite, chocolate em pó, margarina, açúcar e leite condensado. De repente, de forma inesperada, o carro se envolve num acidente de trânsito, capota várias vezes e depois pega fogo. Os bombeiros apagam as chamas e aquele familiar que você foi visitar, após presenciar tudo, aproximou-se para socorrer as vítimas e teve uma grande surpresa. Ao olhar par o interior do carro de supermercado, encontra um bolo de chocolate prontinho. Durante a capotagem os ingredientes que estavam no carro se misturaram e com o calor das chamas a massa formada assou e... Pronto! Temos um bolo de chocolate.
Agora consideremos outra hipótese. Antes de sua chegada à casa do familiar que você foi visitar, ele foi ao mercado, comprou todos os ingredientes necessários para a confecção de um bolo de chocolate, preperou a massa dosando cada ingrediente, levou ao forno por um tempo pré-determinado e... Pronto! Temos um bolo de chocolate.
Qual das duas possibilidades parece ser a mais sensata? Estou certo de que você optou pela segunda. Então, por que consideramos plausível a possibilidade de todo o universo com seus milhares de estrelas, galáxias, planetas girando cada um em sua própria órbita, o complexo ecossistema em que vivemos, enfim, tudo o que existe, ter vindo de uma explosão? Será que tudo isso é mais simples do que um bolo de chocolate?
Certamente, é mais sensato pensar em um Ser soberano que se revelou através da história, com inteligência e poder infinitos, e que é o criador e mantenedor de todas as coisas. Ou será que o homem, com todas as demandas de sua alma e conseitos abstratos como ética, moral, estética, amor, honra, em suma, este ser tão surpreendente, resume-se a um fruto do processo evolutivo, que passou por sua fase macaco e ficou inteligente?
Pense nisso!
Texto: Eduardo V. Costa (baseado no argumento do Físico Adauto Lourenço)